Servidor aposentado antes da EC 41 tem direito à equiparação de proventos com os da ativa
Os servidores públicos aposentados antes da Emenda Constitucional 41 têm direito à equiparação dos seus proventos com a remuneração estabelecida para os servidores em atividade. O entendimento é da Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
A discussão se deu em um recurso em mandado de segurança de um coronel reformado da Polícia Militar do Estado de Goiás que tentava reverter decisão da Justiça goiana segundo a qual o benefício concedido a servidores da ativa não era extensível aos aposentados. O objetivo do militar é ver reconhecido o direito à percepção de seus proventos de acordo com o subsídio pago aos militares em atividade.
O relator, ministro Jorge Mussi, ao garantir ao militar o direito à gratificação, destacou o fato de que, quando da transferência para a reserva remunerada em 1985, constavam de seus proventos as incorporações de gratificação em decorrência do exercício no Comando do Policiamento do Interior, no valor de R$ 1.378,88. Essa gratificação passou a corresponder ao subsídio dos Comandantes Regionais da Polícia Militar, no valor de R$ 4.125,00 conforme determinou a Lei Delegada n. 8, de 15/10/2003.
O ministro ressalta que a Quinta Turma já consolidou o entendimento de que "a passagem para a inatividade não exclui o servidor público da carreira a que pertence". Principalmente, continua o ministro, nesse caso em julgamento, em que o artigo 5° da Lei Delegada n. 8/2003 conferiu ao servidor ocupante de cargo em comissão o direito de optar por sua remuneração de origem, cumulada com o subsídio a que fizer jus pelo exercício do cargo comissionado, reduzido de um quarto.
Será que a reforma da língua portuguesa foi mesmo boa? Será que vai facilitar a vida de todos os países que falam a nossa língua?
Eu tenho cá minhas dúvidas: por exemplo, quando Jesus disse que nos amássemos uns aos outros, será que Ele queria dizer que nos amássemos ou que nos amassemos? Dependendo da circunstância, dá mais vontade de usar a segunda opção...
Quando eu digo para alguém que está cheio de problemas, para que fique “tranquilo”, não seria mais fácil dizer “trankilo”?... (já que o K, Y e W agora fazem parte de nosso abecedário...). Ou seria “tranqüilo”? Ah! mas o trema acabou...
Quando eu quero um pedaço de queijo, poderia dizer: “Kero um pedaso de keijo...” Onde fica o “ç” (c cedilha) no alfabeto? Eu nunca achei... Isso existe?
Se quiserem facilitar a vida de verdade, deveriam usar o “z” em todos os lugares onde o “s” está ocupando seu lugar; então, o certo seria “Kizesem”?
E o hífen, então? Nada tem lógica... quase tudo é exceção?
Olha! Encontrei outra dúvida: “exceção”. Como é que o “x” está ocupando o lugar do “s”? Deve ser por isso que o primeiro “s” foi ficar pertinho do segundo... (é porque o “x” não “kis” nem saber se era lugar dele ou não e, foi logo tomando o lugar do pobrezinho...) O “x” é mesmo abusado...
O coitado do “z” já faz tempo ocupa o último lugar no ABC... Isso vai longe!!!
Nas ruas, as “mini-saias” diminuem a cada dia, mas aumentam as letras, pode? –“minissaia”...
As regras estão mesmo estranhas... Acho que precisamos convocar muitos “contrarrrrregras” para tentar “fasilitar” pra valer...
Eu estou na maior confusão, e você?
*Rhosa Ferreira artista plástica, escritora e poetisa (membro da Academia de Letras de Machado-MG)
O crocodilo de certa lenda levava um menino nas costas para viajar e atravessar os mares. Um dia esse menino deu origem à Ilha do Timor, onde seus descendentes poderiam viver em paz para sempre. Este é mote que inspirou a autora a escrever CROCODILO SONHADOR, romance no qual se aprende, mais uma vez, que, apesar de todas as adversidades, amar ainda vale a pena.
Crocodilo sonhador cria um pequeno painel dos relacionamentos modernos. Aqueles das pessoas comuns, em que não faltam, no entanto, as circunstâncias adversas e as vicissitudes, as marcas do tempo. Os personagens da autora são reais - Têm história, têm endereço, têm profissão. Os laços de afeto e repulsa lembram a corrente afetiva já explorada na poesia, pois Eugênia amava Júlio, que amava Eduardo, que procurou, à sua maneira, amar Eugênia, que descobriu que o amor verdadeiro era Gabriel. Rede conflituosa de sensações ata e desata vários destinos. Gabriel que tem gosto de lágrima, cheiro de saudade e rosto de esperança, foi um dos acertos - e também um dos grandes erros - da vida de Eugênia. Editora Globo
Escritora estreia com romance fluente sobre o destino arrebatador de pessoas comuns
Crocodilo Sonhador, romance de estreia de Vanda Amorim, prefaciado por José Renato Nalini (presidente da Academia Paulista de Letras), é rápido como a vida atual. Escrito em linguagem fluente e capítulos curtos, por vezes curtíssimos, cria um pequeno painel dos relacionamentos modernos. Aqueles das pessoas comuns, em que não faltam, no entanto, as circunstâncias adversas e as vicissitudes, as marcas do tempo. Como afirma José Renato Nalini no "Prefácio": "Os personagens de Vanda Amorim são reais. Têm história, têm endereço, têm profissão. Os laços de afeto e repulsa lembram a corrente afetiva já explorada na poesia. Pois Eugênia amava Júlio, que amava Eduardo, que procurou, à sua maneira, amar Eugênia, que descobriu que o amor verdadeiro era Gabriel. Rede conflituosa de sensações turbulentas ata e desata vários destinos". Gabriel que "tem gosto de lágrima, cheiro de saudade e rosto de esperança", e foi um dos "acertos" - e também um dos grandes "erros" - da vida de Eugênia. O livro é, na verdade, uma rememoração dos erros e acertos dessa vida, a começar de um primeiro amor adolescente na cidade do Porto. Um amor que quase desanda em tragédia. Mas é, porém, substituído por outro. Maior talvez, e que se revela, por sua vez, repleto de dramas. Brigas, expectativas de gravidez, inseminação artificial, separação. E também reencontro. Ou melhor, reencontros. Qualquer semelhança com a vida não é mera coincidência.
CURRÍCULO
Vanda Amorim nasceu em Passos (MG) em 1964, mas viveu toda a infância e adolescência em Franca (SP) e mora na capital paulista há 20 anos. Advogada, fez curso de extensão em direito constitucional na Universidade Pública de Lisboa, Portugal, é pós-graduada em direito civil e processo civil pela Escola Paulista de Direito e pós-graduanda em direito previdenciário e direito da família e sucessões na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Atua há dezenove anos como administradora do Instituto "A Casa" e como diretora da ONG do Instituto de Pesquisas e Estudos em Humanização e Políticas de Saúde "A Casa". Crocodilo sonhador é seu romance de estreia.
"Dia 28 de maio, Vanda Amorim estréia como escritora com Crocodilo sonhador- um romance sobre o destino arrebatador de pessoas comuns. O livro rememora os erros e acertos da vida, a começar de um primeiro amor adolescente na cidade do Porto. Um amor que quase desanda em tragédia. Mas é substituído por outro. Maior talvez, e que se revela, por sua vez, repleto de dramas. Brigas, expectativas de gravidez, inseminação artificial, separação. E também reencontro. Ou melhor, reencontros. Qualquer semelhança com a vida não é mera coincidência. (www.editoraglobo.com)"
Local: Loja de Artes da Livraria Cultura Endereço: Av. Paulista, 2.073 – Conjunto Nacional. São Paulo – SP. Horário: 19:00 Tel.: (11) 3170-4033
Agradeço a todos pelo apoio, carinho e incentivo ao "Crocodilo Sonhador"
Se eu pudesse pelas frias manhãs acordar tiritando fustigado pela ventania que me abre a cortina do céu e ver, do cimo dos meus montes, o quadro roxo de um perturbado nascer do sol a leste de Timor
Se eu pudesse pelos tórridos sóis cavalgar embevecido de encontro a mim mesmo nas serenas planícies do capim e sentir o cheiro de animais bebendo das nascentes que murmurariam no ar lendas de Timor
Se eu pudesse pelas tardes de calma sentir o cansaço da natureza sensual espreguiçando-se no seu suor e ouvir contar as canseiras sob os risos das crianças nuas e descalças de todo o Timor
Se eu pudesse ao entardecer das ondas caminhar pela areia entregue a mim mesmo no enlevo molhado da brisa e tocar a imensidão do mar num sopro da alma que permita meditar o futuro da ilha de Timor
Se eu pudesse ao cantar dos grilos falar para a lua pelas janelas da noite e contar-lhe romances do povo a união inviolável dos corpos para criar filhos e ensinar-lhes a crescer e a amar a Pátria Timor!
O Timor Leste é um dos países mais novos e pobres do mundo
Ex-colônia portuguesa teve infra-estrutura destruída em 1999. Desafio de hoje é reforçar democracia e melhorar condições de vida da população
Localizado na parte oriental da ilha de Timor, no extremo sudeste da Ásia, o Timor Leste é um dos países mais jovens e pobres do planeta.
Mapa mostra a localização do Timor Leste e da capital
Ex-colônia portuguesa, o Timor Leste se tornou independente da Indonésia em 2002, após 25 anos de ocupação que reprimiu a oposição política e deixou mais de 100 mil mortos e acabou destruindo a infra-estrutura econômica do país. A jovem democracia tem 924.642 habitantes, dos quais 44% têm menos de 15 anos de idade e, entre os mais velhos que isso, quase metade é analfabeta, segundo dados do governo timorense. No país, onde a expectativa de vida é de 57 anos (55,6 anos para os homens e 59, para as mulheres), 76% da população vive nas zonas rurais e 41% sobrevive com meio dólar ao dia.
O Timor Leste foi uma colônia portuguesa até 1975, quando foi invadido pela Indonésia, que considerava o território a sua 27.ª província com, o nome de "Timor Timur". Entretanto o Timor Leste permaneceu considerado oficialmente pelas Nações Unidas como território português até 1999. Em 1999, cerca de 70% da infra-estrutura econômica do Timor Leste foi destruída por tropas da Indonésia durante os confrontos pela independência do país. Acredita-se que mais de 300 mil pessoas tenham abandonado o país nesta época.
Equipes das Nações Unidas e de programas internacionais trabalharam duro para reconstruir áreas urbanas e rurais do país nos anos seguintes, e a grande maioria dos refugiados que haviam deixado o país já retornaram. A reconstrução continua sendo, entretanto, um dos maiores problemas a serem enfrentados pelo país, juntamente com a pobreza e o desemprego das populações mais jovens. No processo de redemocratização que se seguiu à independência, as eleições parlamentares de 30 de agosto de 2001 deram vitória à Frente Revolucionária do Timor Leste Independente (Fretilin), que recebeu 57,3% dos votos. Já no ano seguinte, Xanana Gusmão foi eleito presidente com mais de 82% do apoio do eleitorado. Na primeira eleição presidencial do Timor Leste, só Francisco Xavier do Amaral, em honra à nova democracia, como ele mesmo explicou, "ousou" concorrer com Gusmão, considerado um herói da resistência e cujos anos preso na Indonésia o fizeram ser comparado a Nelson Mandela por alguns meios de comunicação.
É O AMOR uma arte? Se o é, exige conhecimento e esforço. Ou será o amor uma sensação agradável, que se experimente por acaso, algo em que se “cai” quando se tem sorte? As respostas podem ser encontradas na obra A ARTE DE AMAR de Erich Fromm (Frankfurt am Main, 23 de março1900 — Muralto, 18 de março de 1980) Erich From foi um dos mais conceituados psicanalistaalemão de sua época.
"Amar é uma arte; amar Portugal é a própria vida"
Vanda Amorim
Lisboa - Castelo de São Jorge
"A arte de amar é ter um amor e simplesmente cuidar"
Vanda Amorim
Férias no Palácio do Buçaco - Aveiro (Portugal - 2007)
CONHEÇA O PALÁCIO BUÇACO - AVEIRO - PORTUGAL
"A arte de amar amigos é a mais simples e a mais necessária"
Vanda Amorim
Naila Nucci e Simone Neaime - Portugal 200, amigas do coração - Portugal 2009
"Aprender com os sábios é a maior arte de amar e alimentar o espírito"
Vanda Amorim
Casa de Linhares - Lisboa
Ministro Cezar Peluso, Dra. Lúcia, Professora Mônica Hermman, Ex-Governador Dr. Cláudio Lembo,Professor Vitor Mirshawka e Nilza, Professor Álvaro Villaça e eu, eterna aprendiz.
"Aprender com os jovens é a arte de amar o eterno"
Vanda Amorim
Alunos da faculdade de Direito da Faap - Portugal
"A arte de amar o que faz requer sabedoria na escolha de iguais"